quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Tribute a Cláudia, Portugal

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com muito chefes estrelas michelin, e o amigo Benoit Sinthon

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Sabores da Madeira, RTP Madeira

É já amanhã (4 de Fevereiro) a estreia da 2ª série do Programa televisivo Sabores da Madeira, com mais 6 episódios, 6 chef´s e 6 produtos regionais. Para tornar possível este programa, além da indispensável participação de uma muito dinâmica e empenhada equipa da RTP-M, a Direcção Regional de Agricultura e Desenvolvimento Rural coordenou todas as acções necessárias, desde o convite ao chef eleito à selecção do agricultor representativo da cultura focada e recolha de informação técnica sobre o produto, a passar, em parceria com empresa regional de equipamentos hoteleiros, à obtenção das condições para a execução técnica das receitas. Os “Sabores da Madeira” visam promover e incentivar o consumo de produtos agro-alimentares regionais, especialmente através da exaltação e valorização da qualidade excepcional dos mesmos, A não perder é, sem dúvida esta, oportunidade de melhor conhecer os Chef´s Yves Gautier, Miguel Rodrigues, Octávio Barbosa, Carlos Magno, Octávio Freitas e João Espirito Santo e da “magia” que realizam com Abacate, Anona, Requeijão, Goiaba, Funcho e Alho-francês da Madeira Amanhã as 2 estrelas serão a Pêra Abacate da Madeira e o Chef Yves Gautier, do restaurante Quinta do Furão. As filmagens dos Sabores da Madeira foram repletas de humor. Em Machico o Chef Yves Gautier aprendeu com o Eng. Jordan Andrade (produtor de Anona e Abacate em modo de produção biológico) a colher as nossas peras abacates, enquanto que na cozinha nos maravilhou com a sua técnica. A não perder!!!

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Abacate RTP 2011


ABACATE

O abacate, o fruto do abacateiro (Persea americana Mill.), é originário da América do Sul, mais precisamente do México, Guatemala e Antilhas, de onde derivam as mais de 500 variedades hoje existentes, o que explica a grande diversidade nele encontrada ao nível da forma, tamanho e cor. A mais antiga evidência conhecida da utilização do abacate foi descoberta numa caverna de Coxcatlán, no México, e remonta a 10.000 anos aC. Como prova igualmente de uma longa história de cultivo na América Central e do Sul, na cidade pré-inca de Chan Chan, os arqueólogos encontraram uma jarra de água com a forma de um abacate datada de 900 anos dC. Se a variedade mais remota teve origem no México, a cultura do abacateiro expandiu-se principalmente para sul do Rio Grande, muito antes da chegada dos europeus, tendo sido introduzido no Brasil nos finais do século XVI, e gradualmente para quase todo o mundo tropical e sub-tropical com condições agro-climáticas adequadas, com mais intensidade sobretudo a partir da Califórnia, já na segunda década do século passado.
À Madeira, de acordo com investigação do Tenente-coronel Alberto Sarmento, o abacate terá chegado nos princípios do século XIX, introduzido por um morgado então regressado do Brasil. Primeiro, e devido ao seu grande porte e copa frondosa, o abacateiro foi utilizado como “árvore de sombra”, e só mais tarde como fruteira. Devido à sua forma dominantemente periforme os madeirenses, desde logo, deram-lhe o nome de “pêra abacate”.
Na Ilha da Madeira o abacate adapta-se muito bem até aos 400 metros de altitude na costa Sul, e até aos 150 metros na Norte. Os concelhos com maior predomínio da cultura são os de Santana, Funchal, Santa Cruz e da Calheta, embora quase todos os madeirenses que disponham de um quintal não dispensem o seu abacateiro. É estimado que a cultura preencha uma área de cerca de 90 hectares, à qual corresponderá uma produção anual de quase 900 toneladas desta fruta. Embora exista um grande número de variedades de abacate resultantes da multiplicação por semente, as variedades com maior interesse e divulgação comercial são a “Hass” (de fruto arredondado, de epiderme rugosa, e que além de um acentuado sabor a noz fica arroxeado a quase negro quando amadurece), e a “Fuerte” (com fruto de casca lisa e em forma de pêra). A época habitual da colheita decorre de Outubro até Julho, dependendo das condições específicas dos locais das plantações, oscilando a produção de uma planta adulta entre 200 a 800 abacates por ano.
Com um valor calórico de 162 calorias por 100 gramas de fruto, a polpa de um abacate maduro, além de uma boa fonte de potássio (mais 60% do que a banana), folato e vitamina A, é rica em vitamina E, como contém quantidades razoáveis de vitaminas B6, C e E, ferro e magnésio. As vitaminas C e E, ambas antioxidantes, podem ajudar a evitar os efeitos nocivos dos radicais livres, que poderão conduzir a certos tipos de cancro. O potássio ajuda a controlar a tensão arterial, a manter o ritmo cardíaco regular e o equilíbrio do sistema nervoso. A vitamina B6 é importante para o funcionamento normal do sistema nervoso. Tal como o azeite, o abacate tem um alto teor de ácidos gordos monoinsaturados, que, pensa-se, reduzem os níveis de colesterol no sangue. Além de tudo isto, o abacate doseia mais proteínas que qualquer outra fruta, sendo utilizado em dietas vegetarianas como substituto da carne.
O abacate pode ser consumido por si só, como sobremesa ou, sempre em natureza,  em acompanhamento de pratos de carne, de peixe e de saladas, onde desempenha não propriamente um papel de fruto, mas de legume. Na Madeira, é apreciado geralmente polvilhado de açúcar ou, em alternativa, adicionado de Mel de Cana, ou ainda de Vinho da Madeira. Há também quem o coma simplesmente barrado em pão, substituindo a manteiga.
Para pratos doces, o abacate combina bem com o limão e produtos lácteos, sendo utilizado na preparação de gelados, mousses, bolos, pudins, cremes e cocktails. Em pratos salgados, vai bem com camarão e lagosta.

   
CURIOSIDADES



☺ O nome abacate vem da palavra asteca “ahuacatl”, cuja tradução mais aceite é “fruto que tem a forma de testículo”, o que pode explicar as propriedades afrodisíacas que aquele povo atribuía ao fruto. Outros autores traduzem aquela palavra do dialecto Nauatl, por “manteiga que vem da madeira”, o que não deixa de estar igualmente apropriado à sua composição muito gordurosa.
Em países como a Argentina, Bolívia, Chile, Peru e Uruguai, o abacate é conhecido por palta. Noutros países de língua espanhola, é chamado aguacate, e também designado por “maçã de inverno”. Os ingleses, devido ao aspecto da casca de algumas variedades, chamam-no “alligator pear”.




☺ Os melhores abacates são os mais pesados e firmes, têm polpa macia e gordurosa, com sabor característico e delicado (antes de ficar maduro, tem a polpa dura e esbranquiçada). Para saber se estão no ponto, é só fazer uma ligeira pressão com os dedos: os de casca fina cedem logo, os de casca mais grossa oferecem um pouco mais de resistência.



  
☺ O abacate, devido à sua grande riqueza em óleos, também é muito utilizado pela indústria de cosméticos, designadamente para a produção de cremes nutritivos e hidratantes, champos, emulsão protetora hidratante, creme de limpeza, máscara refinadora, creme de mãos e unhas, sabão cremoso, leite de limpeza, entre outros.



☺ A metade de um abacate médio, fornece 500 mg de potássio e mais de um terço da necessidade diária recomendada de folato (vitamina B9); fornece, também, 10% ou mais das necessidades diárias recomendadas de ferro, magnésio e vitaminas A, C, E e B6.  Além disso, é um poderoso bloqueador de trinta agentes cancerígenos diferentes.





☺A semente do abacate contém um fluído leitoso que tem um odor e sabor a amêndoas. Devido ao seu elevado teor em taninos, se exposto ao ar, aquele líquido torna-se vermelho, do qual pode ser obtida uma tinta indelével de cor vermelho-acastanhada ou negra que foi muito usada na escrita de documentos (bem preservados nos arquivos de Popayan - Colômbia) à época da colonização espanhola da América central. Esta tinta também foi usada para marcar algodão e têxteis de linho.



☺ Depois de descascado, o abacate deve ser imediatamente consumido, porque, em contacto com o ar, a polpa oxida, escurecendo. Para evitar este fenómeno, é indicado deitar algumas gotas de limão sobre a sua superfície.

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☺ Um dos pratos mais típicos da culinária mexicana, é o “guacamole”, um puré de abacate, que leva, entre outros ingredientes,  pedaços de tomate, cebola, coentros, malaguetas e sumo de limão.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

domingo, 19 de dezembro de 2010

revue La vie est belle France Dezembro 2010

 Authentique et calme, la Quinta do Furao
Au nord-est de l’île, dans un paysage enchanteur de rives et de vignes, on cueille encore les grappes à la main et on les écrase aux pieds. D’allées en sentiers, on glisse vers la corniche où se tient la quinta do Furao et surtout la terrasse du restaurant avec vue plongeante sur les falaises et les escarpements vertigineux propres à Madère. Yves Gautier, un chef français, officie ici depuis près de 20 ans. Il a fait ses « classes » dans de grands restaurants français, auprès de chefs réputés. C’est l’amour qui l’a conduit et retenu àMadère. On traverse volontiers toute l’île pour déguster ses compositions, mélange de cuisine du Sud et madeirane, réalisées avec des produits de proximité tout droit venus de l’île et de la ferme biologique qui jouxte la quinta et le restaurant. Espada (sabre noir) et espatada de louro (brochette sur une branche de laurier) sont des classiques proposés à la carte. En résumé, une quinta idéale pour les familles, les jeunes couples, les randonneurs…
En savoir plus et réserver : www.quintadofurao.com. Tél. (351) 291 570100

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Disciples d´Escoffier Madeira, chá de natal 2010






Disciples d´Escoffier Madeira, chá de natal 2010

 limonada, infusão gelado de ervas biológicas da Quinta
 Linzer, bolo de chocolate, sablée Breton, bolo de mel

 Bolo de frutas com vinho de Madeira, suspiros,broa de mel, financier de banana e maracujá.


 Bolo xadrez, canelées bordelais
 Madeleine de limão
 bolo preto, queijada de pitanga, de Anona, e maracujá.

 tarte de nata















chá

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Quinta da Madeira

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Costeleta de porco preto salteada com aveludado de castanhas do Curral do Sr Salvador


Costeleta de porco preto salteada com aveludado de castanhas do Curral

Número de pessoas:·       10
Tempo de confecção:          20 minutos
Tempo de cozedura:·          10 minutos

Ingredientes:

1,5 kg de costeletas de porco preto
500 g de manteiga
500 g de castanhas assadas descascadas
50 g de funcho
150 g de cebola
5 dl de Amarginha (licor de amêndoa de Madeira) (
1 l de leite (
Sal e pimenta de moinho

Acompanhamento:
Couve Bruxelas salteadas e massa taglatelli

Preparação:

Assar as castanhas na brasa e descascar.
            Também podem ser assadas no forno
Descascar os legumes e cortá-los em pedaços muito fino.
Saltear as costeletas em manteiga e temperar com sal e pimenta.
            O sal pode ser substituido por flor de sal
            pode subsistir a manteiga por  margarina
Alourar dos dois lados, juntar as castanhas e legumes.
Adicionar a Amarginha e flamear.
            Pode substituir por Amareto
Adicionar o leite e deixar cozer em lume brando.
Pode subsistir com leite de soja
Quando pronto reservar as costeletas, retirar algumas castanhas e triturar com a varinha mágica o molho, duas vezes. Deitar o máximo de espuma desta emulsão sobre as costoletas.
Laminar castanhas reservadas para ao molho de castanha.
Acompanhar com taglatelli e couves Bruxelas salteadas.
                        Duas águas: Ferver pouco minutos em água e rapidamente coar, cozer numa outra água previamente a ferver.
Servir bem quente.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

RTP Madeira a castanha




A Engenheira Claudia,  o Sr Salvador Figueira , o chefe Octavio, e equipa de TV

A sair fim novembro principio de dezembro

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Batatas de Madeira (antigas)

batatas antigas cultivadas em Seixal e Porto Santo, muito bom assadas no forno com a pele com um pouco de azeite e flor de sal.